A medida reflete a continuidade do cenário desfavorável para a geração de energia hidrelétrica, que sofre com o baixo volume de chuvas e a redução nos níveis dos reservatórios. Para garantir o abastecimento, é necessário acionar usinas termelétricas, que possuem um custo de operação mais elevado.
“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a Aneel em nota.
A agência também destacou que a geração solar é intermitente – ou seja, não injeta energia no sistema constantemente –, o que exige o uso das termelétricas para suprir a demanda, principalmente durante o horário de pico, quando não há luz solar.
Histórico Recente
Após dois meses (agosto e setembro) com a bandeira vermelha no patamar 2 – que tem um custo adicional de R$ 7,87 a cada 100 kWh –, outubro já havia registrado a redução para o patamar 1, agora mantido para novembro.
Sistema de Bandeiras
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores o custo real da energia gerada para o país. A bandeira verde indica condições favoráveis de geração, sem custo extra. Já as bandeiras amarela e vermelha (nos patamares 1 e 2) acarretam acréscimos na conta, variando de acordo com as condições do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Fonte: Agência Brasil












