O objetivo foi a remoção de inservíveis e materiais que possam acumular água e se tornar criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa foi planejada após a identificação de focos recorrentes do mosquito na região. Dados do último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) apontam que o bairro Brasiléia, naquela regional, registrou um dos maiores índices de infestação, o que reforça a necessidade de medidas preventivas.

A operação contou com a atuação de três equipes do CCZE, totalizando 27 agentes de endemias e dois biólogos. A Administração Regional Centro deu apoio com maquinário para a coleta dos materiais, e a empresa Viasolo fornecerá uma equipe de suporte.

A ação integrada visou eliminar potenciais focos do mosquito e reduzir o risco de proliferação de doenças, reforçando a importância da manutenção de ambientes limpos e sem condições propícias para a reprodução do vetor.













