Em evento em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou o resultado, associando-o ao compromisso de reduzir filas e garantir acesso à saúde. “Foram 14 milhões de cirurgias no ano passado porque estamos dispostos a acabar com a fila e fazer com que o povo pobre seja respeitado neste país”, afirmou.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o avanço é fruto de políticas públicas e da ampliação de parcerias com estados, municípios, hospitais filantrópicos e privados por meio do programa Agora Tem Especialistas. Segundo ele, a atualização dos valores pagos pelos procedimentos estimulou a adesão ao sistema. “A nova tabela paga um valor muito maior do que a antiga tabela SUS, e isso incentiva a realização dos procedimentos”, explicou.
Além do recorde cirúrgico, Padilha anunciou a distribuição de 150 combos cirúrgicos para hospitais e 10 mil combos para unidades básicas de saúde, com o objetivo de ampliar a resolutividade da Atenção Primária. Na Bahia, por exemplo, foram entregues 1.030 combos de equipamentos, incluindo câmaras frias para vacinas, balanças digitais e lasers terapêuticos.
O ministro citou ainda a distribuição de 575 mil kits de telessaúde para prefeituras e a entrega de 107 novas ambulâncias do Samu no estado, afirmando que a Bahia alcançou cobertura total do SUS.
Os números reforçam a estratégia do governo federal de expandir o acesso a procedimentos de média e alta complexidade, reduzindo as filas de espera históricas no sistema público. O programa Agora Tem Especialistas, criado para incentivar a participação de hospitais não públicos, tem sido um dos eixos centrais dessa política.
Fonte: Agência Brasil











