O ajuste, que vale para os serviços convencionais e de baixa capacidade, tem como justificativa a necessidade de recomposição dos custos do sistema. A Prefeitura citou fatores como aumento nos preços de insumos e veículos, reoneração da folha de pagamento, elevação do custo da mão de obra, ampliação das gratuidades e redução no número de passageiros pagantes.
Com a mudança, a passagem do transporte coletivo convencional (linhas diametrais e radiais) passará de R$ 5,95 para R$ 6,25, quando paga em dinheiro ou com o cartão Betim Card. Para as linhas circulares, o valor será de R$ 3,15. O transporte escolar terá tarifa de R$ 4,30, e o vale social passará a custar R$ 5,80.
Paralelamente ao reajuste, a administração municipal dará início em 2026 ao Projeto Piloto de Reestruturação do Sistema de Transporte Coletivo. O objetivo declarado é aprimorar a mobilidade urbana e a qualidade do serviço.
A primeira fase do projeto será implementada na região do Citrolândia. As ações incluem a criação e reorganização de linhas, melhorias nas conexões com outras áreas da cidade e adoção de medidas para maior eficiência operacional.
Uma das principais inovações anunciadas é a integração tarifária. Com ela, o usuário poderá utilizar até três linhas diferentes pagando apenas uma passagem. A expectativa da Prefeitura é que a medida proporcione deslocamentos mais ágeis, redução no tempo de viagem, maior regularidade nos horários e ampliação das opções de destino.
A reestruturação integra um conjunto de ações do município voltadas para a modernização do transporte coletivo e a promoção de uma mobilidade urbana que seja, segundo a gestão, mais eficiente, acessível e sustentável para os cidadãos.












