De acordo com o presidente do Comitê do Rio Paraopeba, Heleno Maia, uma operação já foi iniciada para investigar as causas do desastre ambiental. Foram coletadas amostras de carcaças de peixes, água e sedimentos do rio para análise em laboratório. “Os resultados serão primordiais para levantar as possíveis causas desta mortandade”, afirmou Maia.

Segundo as primeiras informações, o problema teve início na foz do Rio Betim, no ponto onde ele se encontra com o Rio Paraopeba, e se estendeu até o município de Esmeraldas. A investigação apura a origem do crime ambiental para identificar e punir os responsáveis.

A Defesa Civil de Betim e a Polícia Ambiental também acompanham o caso, e na manhã desta quarta-feira (10), o cenário piorou com diversos peixes boiando as margens do rio.



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