A SaferNet Brasil, organização não governamental que atua pela defesa dos direitos humanos na internet, dá início nesta quarta-feira (10) a uma formação continuada e online sobre supervisão familiar e ferramentas de controle parental. O curso, realizado em parceria com o Google, é voltado para pais, responsáveis, educadores e interessados no tema.
A série será aberta com uma live no canal da SaferNet no YouTube, entre 19h e 20h (horário de Brasília), intitulada “Famílias Conectadas: uma conversa sobre supervisão familiar e ferramentas de controle parental”.
O programa abordará temas como introdução à supervisão familiar, noções de privacidade e segurança, o conceito de abandono digital de crianças e adolescentes e o uso prático de ferramentas de controle parental. A ONG promete promover reflexões e oferecer dicas práticas para a proteção de jovens em ambientes digitais por meio de conteúdos que serão publicados ao longo do semestre.
A transmissão será conduzida pelas psicólogas Juliana Cunha, diretora de Projetos Especiais da SaferNet, e Bianca Orrico, que atua no canal de ajuda e na área de Educação da organização.
A iniciativa surge em um contexto de baixa utilização de ferramentas de proteção no país. Segundo pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), apenas três em cada dez pais ou responsáveis usam ferramentas de mediação parental.
O número é ainda menor quando se trata de limitar o tempo de tela: apenas 24% dos entrevistados disseram utilizar esse tipo de controle. Outra pesquisa, encomendada pelo Google, aponta que somente 17% dos pais no Brasil usam ferramentas de controle parental, consideradas essenciais para um uso consciente, seguro e ético da internet por crianças e adolescentes.
A participação na live de estreia é gratuita e não requer inscrição prévia. No entanto, os interessados em receber o certificado de participação devem se inscrever através de um formulário online. As instruções para obter o documento serão compartilhadas ao final da transmissão.
Fonte: Agência Brasil







