Rejeição expressiva de ambos:Quando questionados sobre a possibilidade de votar em Lula em 2026, 52% dos mineiros afirmaram que não votariam no petista de jeito nenhum, enquanto 33% declararam apoio certo. Outros 13% disseram que poderiam considerar a opção, e 2% não souberam responder. No caso de Bolsonaro, a rejeição é ainda maior: 57% rejeitam totalmente o ex-presidente, 30% votariam nele com certeza, 11% ponderariam a possibilidade, e 2% não se manifestaram.
A pesquisa destaca que a liderança de Lula nos cenários testados é influenciada pela fragmentação de candidatos da direita, que divide votos entre nomes como Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. Essa pulverização artificialmente infla a margem do petista, único nome forte da esquerda nas simulações. Em 2022, Lula teve 48,4% no primeiro turno e 50,2% no segundo em Minas, mas agora oscila entre 29% e 31%, sinalizando desgaste.
Outras disputas em Minas:
– Senado: A corrida está empatada entre Marília Campos (PT) e Edésio de Oliveira (pai do deputado Nikolas Ferreira), ambos com 10,3%. No entanto, 60% do eleitorado ainda está indeciso ou pretende anular o voto, indicando um cenário volátil .
– Governo: O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera com 26,7%, enquanto nomes como Rodrigo Pacheco (PSD) e o vice-governador Mateus Simões (Novo) têm baixa adesão.
A indefinição de Romeu Zema (Novo) sobre concorrer ao Senado ou à Presidência pode alterar o quadro.
Fonte: Rádio Itatiaia







